Hackers? Alienígenas? Tempestade? Afinal o que causou o apagão?


Estava quietinha no meu canto escrevo o post que veio antes deste sobre como ser um bom redator. Pesquisei, salvei, editei e comecei a buscar por imagens legais para ilustrar o texto. Abri o Blogger e mãos à obra, comecei a publicar. Abre Word daqui, copia texto pronto dali, cola na página do Blogger de lá e comecei o upload das imagens. Quando tudo estava pronto eis que tudo se apaga.

Logo corri e desliguei as tomadas do computador. Afinal, aqui onde moro é normal ter “apagão” dia sim, outro também. Então pensei comigo mesma: é a chuva. Estava um pé d'água torrencial e aqui quando dá chuvisco já acaba a energia, imagina com aquela chuvarada. E como consequência, o telefone fixo também fica mudo. E é a hora de recorrer ao celular. Como sempre em todos os meus “apagões” diários.

Peguei meu celular da Oi e tentei ligar para Light (a operadora responsável pela distribuição de energia aqui do Rio) e nada. Fora do ar. Não a Light, o celular. Peguei o celular da Vivo, o meu, e tentei novamente. Também nada. Chamada sendo finalizada mesmo antes de completar. Peguei o outro Vivo da minha mãe e, claro, que nada. Tudo era finalizado antes de completar a ligação.

Entramos em total pânico. Não sabíamos o que estava acontecendo. Porque aqui onde eu moro é natural faltar energia quase que todos os dias. Então não nos assustamos até que os celulares também não funcionavam mais. Porque o telefone fixo sempre fica mudo junto com as quedas de energia. Duas horas depois consegui falar com a Oi (operadora de telefonia aqui do Rio) e a menina me explicou pelo telefone que não tinha sido só em meu bairro, como de costume, e sim em quase todo o Brasil, e no Paraguai também.


Ela, que estava em um prédio com geradores, assistia a tv e ficava me pondo a par das notícias. E falou que não sabia quando ia voltar a normalização de nada. Agradeci e desliguei. Peguei o celular da minha mãe que tem rádio (o único rádio da casa que não é de energia elétrica) e fiquei catando alguma estação para sintonizar que estivesse funcionando. A única que pegou foi a BandNews FM, ao começar ouvir (confesso que pela primeira vez) fiquei estarrecida com as notícias.

A âncora e colunista Tatiana Vasconcellos, da rádio, estava no ar contando tudo o que acontecia e relatando os fatos via twitter, e-mails e sms da vida. A maior parte vindo dos bairros cariocas atingindo pelo apagão. Pensei na hora: "OMG, não foi só aqui?". Que susto levei. Tentei enviar um torpedo para a rádio e nada. Meus celulares mudos e acabando a bateria. Desisti e fiquei ouvindo o noticiário com a Tati (que ainda quero acrescentar fez um ótimo trabalho! Parabéns!), até que a bateria do celular da minha mãe acabou.

Era tudo muito controverso. Cada um falava uma coisa e nada de concreto era oficializado. Mudei de estação algumas vezes e ouvia uns dizendo que tínhamos sido atacados por OVNI's (só rindo) e outros dizendo que foi um ataque hacker. O Ministro dizia que o problema tinha sido em Itaipú, depois ouvi notícias dizendo que foi em Furnas. Na verdade mesmo só sei que não sei de nada.


E mais uma vez, nós brasileiros é que pagamos o pato. Seja alienígenas, hackers, problemas ambientais, ou o que mais for conjeturado, a única certeza que tenho é que cada dia mais o Brasil mostra que não está preparando para o consumo e distribuição de energia nesse país. Já tivemos outros apagões e já éramos para ter aprendido alguma coisa com tudo isso não é?

Fico só imaginando a confusão pelas ruas. Pessoas presas em elevadores, trens, metrôs, sendo assaltadas na escuridão, confusão e medo para chegar em casa. Até que o serviço foi restabelecido rapidamente. Aqui acabou a energia por volta das 22h29 do dia 10/11, para ser exata, e voltou exatamente às 02h57 do dia 11/11. Mas fica valendo a pergunta... Até quando isso vai continuar ocorrendo?

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O que é importante para ser um redator de sucesso?



Muitas pessoas têm se aventurado no mundo da Comunicação, seja pelo lado formal, através de cursos e universidades, seja pelo lado informal, pelos sites e blogs espalhados pela rede. Mas o que muitos perguntam e não sabem responder é: o que faz de você um bom redator?

Uma das coisas que aprendi, na prática, é que deixar para o leitor a difícil tarefa de organizar seus pensamentos desorganizados é o maior erro que pode se cometer nesse meio. O leitor tem que estar pronto para absorver, analisar e tirar suas próprias conclusões, e não tentar montar um quebra-cabeça com palavras soltas sem sentido. Por isso saber o que você quer dizer é fundamental para escrever bem.

Tem dias que eu mesma fico cansada, com tanta coisa para fazer e pensar que não consigo fluir meus pensamentos para a lógica, por isso prefiro deixar os textos de lado e voltar com a cabeça mais fresca. E isto é o correto. Se você não está com suas ideias claramente organizada é melhor esperar para que ela amadureça e assim tanto seus pensamentos como palavras saiam com coerência e clareza.

Antes de escrever bem, você tem que ser um bom leitor


Acho que muitos já conhecem aquela velha história de que quem lê muito tem um melhor dicionário interno e, portanto consegue assimilar os erros mais facilmente. Mesmo que os cometa, será mais fácil encontrá-los já que é um bom conhecedor da língua que se propôs escrever.

Se você não tem paciência para ler, ou simplesmente não gosta, desista de vez de querer escrever. A arte de escrever bem é para aquele que lê muito, e com conteúdo. Se você é um bom leitor também será um bom redator.

Ser claro antes de tudo


Se você não tem uma visão clara do que quer colocar no papel não escreva nada. Melhor não produzir nada do que um texto pobre e muitas vezes medíocre. Se você não tiver um objetivo de comunicação não conseguirá atingir seu interlocutor, consequentemente não terá um diálogo ou interpretação. Na verdade ficará no solitário mundo do monologo sem sentido.

Deixar o seu leitor louco tentando se achar dentro de sua loucura é muito ruim. Você tem que se organizar antes de escrever, ou pelo menos inserir ideias dos caminhos a serem percorridos por ele durante o seu texto. Algo que para você pode fazer sentido, para outra pessoa pode ser um total desperdício de tempo, e leitura.

Hoje, mais que nunca, os leitores da web, por exemplo, querem tudo mastigado, facilitado. Se você tem certeza que seu texto será complexo, prefira escolher um nicho diferenciado em grupo ou fóruns fechados que tenham o mesmo pensamento e foco que você. Se quer manter um local aberto a todos, terá que se esforçar para agradar, pelo menos, a metade daqueles que entram para ler seus textos.

Ninguém gosta de ficar decifrando enigmas mirabolantes em textos de jornais, revistas ou sites. Para isso, tenho certeza, que iriam preferir exercitar a cabeça com uma revistinha de palavras-cruzada. Seria muito mais vantajoso nesse ponto de mistério. Se o leitor não consegue absorver pelo menos 1/3 do que você escreveu é porque todo o seu esforço não foi necessário ou seu foco não estava claro. E o pior, suas ideias ainda estavam verdes.

Qualquer ruído de comunicação que existir entre você, redator, e o seu leitor irá acarretar em inúmeros problemas. Uma comunicação equivocada, ou interpretada as pressas, sempre significará desperdício de dinheiro e tempo. Fora que todo seu trabalho terá sido em vão, fazendo o recomeçar do zero, ou seja, trabalhará dobrado.

Deu branco, e agora?


Se você se deparar naqueles dias em que por mais inspiração você diz ter nada sai para a tela em branco do Word, está mais que na hora de perguntar a si mesmo se realmente você tem algo a dizer. Porque escrever nada mais é que expressas seus pensamentos em uma página em branco. Se você não tem nada a dizer, não terá nada para escrever.

É muito importante você descobrir quem é seu público. Se você escrever literatura, por exemplo, tem que saber que tipo de pessoa quer atingir. Se você escrever contos infantis sabe que será crucial começar com o tradicional “Era uma vez...”, mas se o seu foco for ficção cientifica, não pode começar o texto dizendo: “Era uma vez um alienígena...”.

Cada nicho de leitor tem um específico interesse de leitura. Se você tem um site de moda feminina, não adianta querer escrever sobre a última coleção de cuecas Calvin Klain, porque elas estão mais interessas na próxima coleção da Channel. Se seu site é sobre gastronomia, ninguém vai se interessar pelo último lançamento dos produtos da Microsoft, e assim por diante. Saber quem é seu leitor é o ponto inicial para saber o que você quer dizer.

Já sei o que falar. Mas como vou me expressar?


Essa é fácil de responder. Pense bem, se você sabe o que dizer e para quem dizer é só organizar os seus pensamentos e elaborar um texto convidativo. Não adianta vir cheio de enrolações ou metáforas sem fundamentos, pois assim o leitor vai desistir de seu texto no primeiro parágrafo.

Seja direto! Se o leitor deseja saber qual o melhor restaurante de região, diga isso a ele logo nos primeiros parágrafos de seu texto. Depois vá desconstruindo seus pensamentos e colocando suas opiniões. Não enrole, seja direto sempre. Apresente dados e informações pertinentes, acrescente detalhes, insira figuras ilustrativas, reserve espaço para comentários, faça perguntas e as deixe no ar, enfim, oriente-o sem perder o seu foco e a ideia do que você quer dizer.

Escreva do seu jeito, a seu modo, mas diga logo o que o leitor quer e precisa saber. Quanto mais embromar, menos eles irão se interessar pelo que escreveu.

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Universitário: sinônimo de imaturidade (?)



Eu tinha prometido a mim mesma que não tocaria no assunto Geisy X UNIBAN. O assunto está por demais falado em todas as mídias, de todos os tipos, que chega a cansar de ler, ver e ouvir. Mas não é só da Geisy que irei falar, mas sim de universitários. O que eles devem ou não fazer? O que podem ou não usar? O que e quando podem falar?

Através dos tempos a vida universitária mudou e muito, mas até hoje ainda é tachada como um mundo de diversão onde a maior parte constituída por pós-adolescentes (isso mesmo, recém-saídos do ensino médio para mim ainda são imaturos). Todo mundo quando assisti a filmes, lêem livros e outras obras mais, vemos um estereótipo escrachado da vida universitária. Nessa visão deturpada, todo universitário tem que ser imaturo, infantil e ainda ser desculpados por seus erros. Isso é muito errado, e ruim.

Eu sou uma universitária. Entrei na faculdade quase aos 30 anos de idade, depois que vivi a vida profissional de todas as formas possíveis. Passei por diversos empregos que foram desde o magistrado até operadora de caixa. Não que meus pais não quisessem que eu, aos 17 anos quando me formei no antigo 2º grau, entrasse logo para uma universidade, mas sim porque eu não quis fazer algo que fosse definitivo quando em nem ao menos tinha completado 18 anos.

Acho que é por isso que acontece essa deturpação da imagem da vida universitária. Passei por duas diferentes, e em ambas os alunos sempre se vestiram como quiseram, e muitas mulheres com roupas mais chamativas que a da Geisy. Alunos vão para as aulas de chinelos, bermudas, camisetinhas e até descalços, e não vejo ninguém ser chamado atenção por conta disso, nem muito menos quase ser linchado.

Não venho aqui defender fulano ou beltrano, só acho que a imaturidade que infelizmente reina nas universidades é grande demais. Os jovens só querem saber de farras, festa, sexo e sacanagem. É raro ver algum deles dentro da sala de aula realmente querendo aprender alguma coisa. Sinto essa diferença quando tem alunos mais velhos em sala com alunos pós-adolescentes.

Na vida universitária tem de tudo: sexo, festa, zoação, roupas provocantes, em algumas até drogas. Isso também não é bonito, porém, sempre foi permitido. Qual jovem que vai preferir ficar horas sentado em uma cadeira ouvindo um bando de professores a estar no barzinho do outro lado da rua curtinho sua cerveja e mexendo com as meninas? Nenhum!

Universidade rola de tudo. Falta de educação, sensualidade, sexualidade, aprendizado, desaprendizado, romances e muitas outras coisas. Qual universidade que nunca teve um caso oficial (ou extra-oficial) de professores que tiveram romances com alunos? Qual a universidade que nunca teve problema com alunos drogados? Qual a universidade que nunca teve problemas com os trotes? Todas tiveram, e sempre terão.

Mas porque isso? Porque a maior parte do grupo de universitários é composto por jovens entre 17 e 25 que mal viveram a vida. Nunca trabalharam, nunca tiveram outras experiências de vida e a universidade acaba sendo o seu ponto de encontro, e despedida, da vida infantil para a vida adulta. Esse é um dos motivos por eu ser contra o ingresso na vida universitária logo ao final do ensino médio. Ninguém é maduro aos 18 anos.


Eu, quando entrei com 29, ainda não me sentia madura o suficiente, imagine essas crianças. Primeiro temos que viver, aprender, errar, para depois tomarmos decisões que serão definitivas. Primeiro temos que correr riscos e curtir os momentos para não atropelarmos os acontecimentos.

Uma vez fiz uma pesquisa para um trabalho acadêmico sobre os erros na escolha da carreira. Mais de 60% dos meus entrevistados (composto por jovens recém-universitários e adultos já atuantes no mercado de trabalho) afirmaram que se arrependeram, ou se arrependem da escolha que fizeram na carreira por conta do curso superior. Entre as pessoas que conversei, as mais maduras, 40% delas fizeram um segundo ou terceiro curso superior, por não ter sido aquele primeiro o que realmente queria.

Isso me levou a outras questões na pesquisa. Mas porque isso? Porque as escolhas erradas? Simples! Para eles (quando jovens), e hoje em dia ainda é assim, a universidade é sinônimo de diversão e rito de passagem. E quando se formam, mais a frente, se tornam profissionais frustrados, que cometem todo tipo de erro (porque na época de estudar só queriam zoar), acabam largando a carreira indesejada e recomeçando do zero em um novo curso.

A não ser que você estude em curso superior militares, no Brasil, não existe uniforme, decência ou maturidade na maior parte de nossos estudantes. Não existem regras do que usar e como se comportar, e mesmo se houvesse, jovem acha que regras foram feitas para serem quebradas. O que esperar de um garotada que mal acabou de sair da barra da saia da mãe e/ou do pai? Eles querem curtir, não estudar. Quanto mais barulho, mais confusão, melhor. Para eles, claro.

O que acho engraçado é que os que regem as instituições hoje, ontem estavam na mesma situação e vem com a hipocrisia de que aquilo que os jovens fazem é errado. Porque, se alguns anos atrás eram eles mesmos que estavam na mesma posição? Ou será que essa turma se esqueceu do Movimento Estudantil da década de 60, ou dos "caras pintadas" no início dos anos 90? Jovem acha que tudo o que quer vai conseguir no grito e ponto final. O adulto de hoje que nunca foi "rebelde" na vida levante a mão!

Se a Geisy errou ou não, o problema é dela. Conheço muitas que usam roupa pior que a dela dentro da sala de aula e fazem coisas muito piores, mas isso não é motivo para que nós, seres humanos, sejamos irracionais a ponto de querer linchar ou rotular qualquer um. Antes de jogar uma pedra no telhado dos outros, tome cuidado com o seu, porque ele pode de ser vidro.

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Ser pessimista é desculpa para não mudar



A cada dia mais as pessoas estão preocupadas com a vida profissional, pessoal, financeira e amorosa. Mas o que vejo nas ruas, e em rodas de amigos, é cada dia mais o pessimismo tomando conta de tudo e todos. O pessimismo nada mais é que uma desculpa esfarrapada para não mudar seu modo de vida habitual.

O tempo mudou, tecnologia evoluiu e ainda tem gente que insiste em viver nos anos 70, 80. Não se atualizam, não se automotivam, não procuram por novas opções de vida. Se algo está difícil simplesmente desistem de si mesmos, como se isso fosse resolver todos os problemas existentes. O que é uma grande mentira, esconder a cabeça na terra como uma avestruz, não vai sumir com os problemas, quando retirar a cabeça de lá, eles estarão no mesmo lugar, só esperando por você.

Não existe lógica ou racional em criar expectativas sobre o futuro. Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã, mas ficar sentado só esperando a “morte da bezerra” não fará com que o quadro geral se modifique. A vida não é lógica, e nem todos os seres humanos são racionais. Temos que evoluir junto com o mundo e não esperar que ele entenda que o ontem era que melhor que o hoje. Pode até ter sido, mas o hoje é agora, já, e ele não vai esperar você decidir o que é melhor ou não para sua vida.


Muitos desistem dos sonhos por os acham impossíveis. Impossibilidade não é sinônimo de não tentar. Temos que ter um ideal de vida e seguir. Nada é perfeito. A vida não é perfeita, e na maioria das vezes vai nos jogar no chão para testar nossa capacidade de levantar. Só depende de nós mesmos queremos levantar ou não.

Mesmo que não se realize a metade dos sonhos, precisamos de utopias, precisamos de sonhos impossíveis, precisamos de desejos inatingíveis, para podermos continuar a viver o hoje. Só dessa forma é que teremos força para vencer o pessimismo e construir um futuro.

Estou vendo na prática, com pessoas íntimas a mim, que o pessimismo está sendo a decisão mais “confortável” a se tomar. Isto não quer dizer que seja a correta. É somente uma decisão de fuga facilitada da realidade. Ficar sentado no sofá o dia inteiro reclamando que não tem dinheiro pagar as contas, não fará o dinheiro cair do céu, nem um amigo seu ficar com peninha e lhe emprestar. A vida não é fácil, por isso ser pessimista é ser negligente consigo mesmo.

Esse tipo de pessoa tem medo do novo porque tem medo de errar. No pensamento deles tudo que for errado irá acontecer com ele, só com ele. Isso não é realidade, é uma utopia invertida. São pessoas sempre negativas e que por mais que tentamos soltar palavras positivas para junto delas, parece que uma parede de negatividade sempre te atropela em cada tentativa. Eu cansei de pessoas assim ao meu lado.

Estou em um momento muito positivo na vida. Muitos podem até achar que sou louca: desempregada, cheia de dívidas e ainda rindo? Sim! Porque não? Posso não estar onde queria agora, mas estou fazendo o possível para modificar o amanhã, porque o hoje estou vivendo a pleno vapor otimista.

Aprendi nesses dias de overdose de positividade minha para comigo que nem toda verdade é igual para todos. O que é verdadeiro para mim pode não ser para meus amigos, e vice-versa. Temos que deixar de lado idealismos toscos e tentar encontrar ideais pessoais, não coletivos. Antes de você fazer alguém feliz, você tem que fazer você mesmo feliz. Não se pode dividir aquilo que você não possui.

E você... O quanto está deixando ser influenciado pelas pessoas negativas a sua volta? E o que está fazendo para mudar seu quadro geral de vida?

Levantem do sofá e vamos tentar viver a vida. Porque, ela, meus caros, não tá nem aí para gente, ela continua seguindo em frente, e quem ficará para trás somos nós, assistindo a todos passarem nossa frente. Pessimismo é sinônimo de falta de amor-próprio, isso sim.

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E o convite vai para ...



A cada dia no mundo virtual vemos novas ferramentas de comunicação. Anos atrás quando entrei a moda era todos terem o famoso CD da AOL Brasil, quem não tinha era um excluído. Tinha gente que brigava, discutia, leiloava e até pagava para ter o tal CD. O tempo passou e as formas de comunicação online também.

Anos depois eis que surge o orkut em nossas vidas. Só entrava quem tinha convite especial. Nem lembro quem mandou convite para mim. Sei que recebi o convite um bom tempo depois que muitos conhecidos já tinham. Eu não achava graça, porque usava sites de relacionamentos parecidos (sem convite) como o antigo Gazzag e o Beltrano, por isso não via motivo para ter que “brigar” por um convite de um tal de orkut.


Quando tive que receber, recebi e ponto final. Entrei, curti o tempo que foi necessário, depois caiu em marasmo. Hoje raramente entro nas comunidades para participar ativamente como fazia antes. O engraçado é que eu tenho comunidades criadas por mim, que às vezes até esqueço que existem, só lembro quando aparece na tela que tenho que liberar alguém para entrar.

Depois de tanto que brasileiro entrou no orkut, os próprios americanos (criadores do site), começam a sumir do mapa orkutiano. Era tanta bagunça, exposição desnecessária, apologia a violência e pornografia, que o orkut virou até caso de polícia por N motivos. E com isso foi ficando banalizado a tal ponto que o seu criador “abriu geral”, em termos populares, “a galera invadiu a praia” (como diria Roger do Ultraje a Rigor). Entrava quem queria, como queria e quando queria. Virou zona geral.


Depois disso o gigante Google resolveu colocar ordem na casa e comprou os direitos do orkut e meio que “obrigou” aos usuários a fazer uma conta de e-mail em seu novo produto que estava sendo lançado: o Gmail. Então quem tinha uma conta antiga, com e-mail de outros servidores ficaram, quem quisesse entrar tinha que abrir uma conta no Google. De uma forma ou de outra, o “convite” oculto voltou a reinar. Mas como o Gmail também é um serviço gratuito da Google, óbvio que começou a virar bagunça.

O tempo continuou passando e vários outros meios de comunicação virtual foram aparecendo, se firmando, sumindo e ressurgindo: icq, mIRC, msn, skype e agora o twitter. Também foram aparecendo outros sites de redes sociais, como facebook, Peabirus, LinkdIN, Via6, Plaxo, entre outros. E o povo foi se adaptando...


Eis que a poderosa Google resolver dar um “tapão” no Facabook (porque muitos orkutianos estão descobrindo o novo esconderijo dos norte-americanos fujões do orkut), e dar um upgrade em seu visual. Tudo bem... Até aí, uma maravilha... Mas aí vem a nova confusão: para “experimentar” a novidade “googleana”, você tem que ser... Convidado! Isso mesmo, e eis que voltam os convites para o orkut e a rotina do toma, pega, troca, divide, presenteia, leiloa, vende, distribui, começa outra vez.

Fico lendo o pessoal (tanto no orkut, quanto no facebook, quanto no twitter), todos desesperados pelos convites, igualzinho quando era no seu começo. Ainda brinquei: daqui a pouco terão convites sendo vendidos no Mercado Livre, pois no eBay já tem, como era antigamente. E para emendar a confusão do “me dá-me dá”, a Google também lança o Wave, um sistema de relacionamentos que pega tudo isso que conhecemos e joga no liquidificador virtual. É como se fosse um grande e-mail gigante com orkut, facebook, twitter, msn, etc, tudo acoplado. É o famoso “tudojuntomisturado”.

já digo logo: não recebi convite nenhum. Não vou pedir convite nenhum. Não tenho convite nenhum para distribuir, dar, presentear, vendar, sortear... Nada disso. Ficarei no meu canto quietinha como fiz quando o velho (e bom) orkut começou... Quando algum amigo receber e achar que tem que dividir comigo, legal, ao contrário, paciência. Eu que não vou ficar disputando com mais de 190 milhões de brasileiros, afinal, meu velho orkut ainda tá servindo para o que eu quero, e o tal do Wave, já falaram tanto mal do coitado que nem me deu vontade de conhecer. Quem sabe um dia...

E você? Já conseguiu o tão sonhado convite do novo orkut ou do Google Wave?
Vale a pena qualquer coisa para ter um? Coisas a se pensar não é?

Notícias fresquinhas (às 23:35 via feeds): E não é que já estão vendendo os convites do novo orkut no Mercado Livre? Acabei de ler no Compulsivo.


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A hipocrisia nossa de cada dia


Ontem eu estava lendo o texto do Paulo Roberto Gaefke, Hipócritas, e comecei a refletir sobre isso. Para começar, hipocrisia para mim é o pior defeito do ser humano. Ao meu ver é pior que traição, falsidade, mentira e muito mais. Sabe porque penso assim? Porque hipocrisia junta todos esses defeitos em um só.

Gaefke cita em seu texto uma parte assim: "...Ricos que não se misturam. Pobres que se odeiam. Miseráveis que nem se cumprimentam...". E isso é absolutamente verdade. A cada dia que passa o mundo anda mais e mais hipócrita. Em tudo! São pais que não respeitam filhos, filhos que não respeitam pais, gente achando que é melhor que a outra e por aí vai.

Quando alguém hoje fala sobre divisão de classe social, existem pessoas que chegam a fazer debates para dizer que isso é coisa do passado. Tudo bem, até certo ponto eu concordo. Não podemos mais classificar a sociedade atual por A, B, C ou D, mas sim por EU SOU, EU POSSO, EU QUERO e EU NÃO DOU A MÍNIMA ATENÇÃO.

Os pobres não se dão com os pobres, porque acham que ficaram mais pobres, ou mais burros. Então só querem andar com os ricos, que não ligam nem para os outros ricos, pois sempre disputam entre si quem tem mais que o outro. E os "coitados" dos miseráveis são aqueles que chegam a matar uns aos outros por um pedacinho de calçada para dormir.

Hoje ninguém mais respeita ninguém. Nem classe social, nem educacional, nem classe alguma. A humanidade hoje está sofrendo sim, é de uma total falta de classe. Não tem educação (mesmo com o quadro repleto de títulos e honras), não tem gentileza (mesmo inda a cultos e igrejas e dizendo que pregam o poder da caridade – mas só fazem isso em épocas festivas), não tem amor (nem ao próximo, nem a si mesmo), enfim, o ser humano não tem classe. Todos atualmente estão desclassificamos como pessoas.


Gaefke ainda cita outra coisa que é mais realista ainda. Ele diz que as pessoas, não importa de qual "classe social" vem, vivem por brincadeira. Segundo o texto, e eu concordo, hoje em dia as pessoas fingem que tem fé; fingem que vivem; fingem que amam; fingem que são amigos; fingem que são solidários... Mas, quando a noite chega e ficam sozinhos com sua própria consciência percebem que não podem fingir para si mesmos. Isto é mais que real.

Uns reclamam que estão com a unha do pé encravada doendo, enquanto o vizinho da rua de baixo morre de fome. Outros se preocupam que não conseguem liberar o canal de tv favorito na tv por assinatura, enquanto o outro vizinho está com a energia cortada por não pagou a conta, por ter perdido o emprego. E por aí vai... O mundo é hipócrita. E cada dia que passa ficamos mais e mais.

Vejo meninas lindas reclamando que estão um terror por tem espinha no rosto. Ah! Não enche! Se você tem cérebro (e não falo do órgão que está dentro da sua cabeça não) não é a espinha que irá afastar um possível pretendente. Tem pessoas que reclamam que a vida tá difícil, que não conseguem emprego, mas mal saem da porcaria do sofá para tentar algo diferente na vida, enquanto muitos outros, que estão doentes, morrendo ou incapacitados estão por aí produzindo de tudo, formas, ideia e conteúdo.

Sabe de uma coisa: você aí que está com a bunda sentada no sofá reclamando da vida... Você mesmo... Que tal bater na porta do seu vizinho e perguntar se ele está precisando de alguma coisa. Você vai descobrir que existem pessoas no mundo em situações bem piores que você, então me faça o favor de parar de reclamar e passe a agir!

Desculpe... Pronto falei!


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Você usa seu cartões de visitas corretamente?


Sem dúvida alguma o cartão de visitas é uma ferramenta importante para os relacionamentos pessoais, sociais, e principalmente, profissionais. Mas quando e como devemos usá-los? Estava eu andando pela rede quando li um artigo no Jornal Carreira & Sucesso, do Grupo Catho, muito interessante. Nele havia dicas de como usar corretamente o nosso cartão de visitas e em quem ocasião ele se faz necessário. Foi quando me deu um clique e resolvi pesquisar o assunto para saber se realmente o pessoal sabe usar.

Em minhas pesquisas descobri que os brasileiros não têm o costume de carregar o cartão de visitas em sua carteira. Achei isso horrível, afinal quando estamos em um encontro, que pode até ser social apenas, podem surgir oportunidades únicas, e não vamos ficar distribuindo nossos números de contatos anotados em guardanapos de papel, não é?

Imagine-se, por exemplo, que você vai a um fórum ou congresso onde tenham profissionais de sua área de vários locais do mundo e simplesmente eles, educadamente, lhe entregam um cartão, e você, sem graça, corre para pegar um pedaço de papel para anotar seu telefone e e-mail. Imediatamente você já estaria passando uma imagem profissional negativa.

Os cartões de visitas servem para muitas coisas. Além de ser sua primeira impressão quando está em encontros profissionais, também serve para diversas ocasiões, como: se apresentar a profissionais e empresas; acompanhar o envio de flores e presentes ou agradecê-los; aceitar ou recusar convites escritos; enviar condolências, felicitações ou cumprimentos; agradecer apoios recebidos; acompanhar importâncias em dinheiro; lembrar um convite feito oralmente; comunicar mudança de endereço (profissional ou pessoal); entre outras utilidades.

Para se ter uma pequena noção, os cartões são tão necessários e indispensáveis no trato profissional quanto uma boa vestimenta. Um "verdadeiro" profissional sem cartão de visita passa uma péssima imagem de si mesmo, e consequentemente, da empresa em que trabalha. E fica pior quando ao perceber sua gafe, você tentar emendar com outra dizendo que eles acabaram. Isso demonstra que você não tem organização e nem logística pessoal.

Uma das coisas mais importantes para um profissional é lembrar de renovar o estoque de cartões constantemente. Antes de sair de casa para um encontro, evento, ou seja, lá o que for, dê uma olhada na carteira e verifique como está sem "estoque" pessoal. Assim, você nunca passará pela vergonha de dizer que "acabou".

Como entregar um cartão de visitas corretamente

Os japoneses - diga-se de passagem, um povo muito profissional - levam muito a sério o primeiro contato profissional. Eles seguem a risca a forma de como se entregar um cartão as pessoas. O cartão deve ser sempre entregue na mão da pessoa, sendo segurado pela parte superior, entre o polegar e o indicador dobrado, e o mais importante, com o seu nome posicionado para a pessoa que recebe. Dessa forma, quem receber poderá obter uma leitura imediata dos principais dados contidos nele.

E não pense que a etiqueta fica somente na entrega. Quando for a sua vez de receber o cartão leia o que está escrito imediatamente, e foque no nome da pessoa. Essa é a principal forma de saber que você está interessado no assunto que está sendo tratado. A pior gafe que se pode cometer é receber um cartão e guardá-lo imediatamente no bolso sem lê-lo antes, e depois, muito sem graça vir com a idiota pergunta: "Como você se chama mesmo?".

Outra regra de etiqueta utilizada, tanto pelos orientais e quanto pelos europeus, é a de quando se está em um almoço de negócios, por exemplo, e não tiver a oportunidade da troca no início da conversa, aguarde o término da refeição para realizar a troca. Nunca saia de um almoço, ou jantar, de negócio sem entregar seu cartão. No caso de reuniões, eles devem ser entregues antes de seu início, assim todos saberão quem é você durante o decorrer do processo.

No caso de uma entrevista para imprensa existe também uma regra importante. Quando você for entrevistado pessoalmente por um jornalista, lembre-se de entregar seu cartão para que o seu nome, por mais difícil que seja, saia corretamente na matéria a ser redigida.

Existe um tipo de cartão especial para cada ocasião




Se você vai para um encontro profissional o seu cartão deve conter informações importantes sobre o seu cargo, seus números telefônicos para contato, e-mail, nome o site da empresa. Se você for um profissional liberal, está liberado da logo da empresa, mas se for um contratado, é imprescindível que a logo esteja representada de forma visível.

Outros dados importantes em cartões profissionais para contratados são: endereço da empresa com o devido CEP para futuros envios de documentos.

Se você é um profissional liberal o cartão deve conter seu nome (em destaque), sua função, telefones, e-mail, site pessoal (ou profissional), e hoje em dia, podendo colocar também contatos de redes sociais como msn, twitter e skype.

Além dos profissionais, é bom manter um cartão pessoal para ocasiões especiais como aniversários, datas comemorativas e eventos sociais. No cartão social o mais importante é conter nome, telefone, e-mail, site e algum contato de rede social. Neste caso, os cargos são dispensáveis.

Mas como fazer o cartão ideal?

Hoje existem gráficas rápidas que fazem cartões a preços populares com diversos temas e cores. Só evite, em um cartão profissional, usar cores vibrantes demais, opte pelos cartões com fundo branco, são mais "clean" e mantem as informações em destaque.

Quando você faz parte de uma grande empresa, na maioria das vezes, ela mesma irá lhe fornecer um cartão de visitas. Algumas optam pelo cartão padrão, aonde o nome e o cargo do funcionário não vem impresso, sendo preenchido manualmente pelo portador.

Além de todas essas opções, hoje, com a tecnologia avançada, temos a possibilidade de confeccionar nossos cartões em casa, não só utilizando programas especiais, como Corel e Word, e até sites, que formatam ao seu gosto e disponibilizam em arquivos pdf.

Neste último caso, a pouco tempo, eu descobri um site (o Businesscardstar) que faz cartões de visitas muito bom e dividi essa informação no twitter, e soube que muitas pessoas gostaram e fizeram seus cartões por lá. Você pode salvar em pdf e mandar imprimir em uma papelaria ou gráfica, com certeza saíra mais barato, pois você não terá que pagar pela criação do design.


E você deve ficar atento para nunca entregar um cartão sujo ou amassado. Para isso, hoje, em várias papelarias e grandes lojas estão disponíveis para venda porta-cartões, que podem ser de couro, metal e até de prata. Escolhe aquele que lhe agradar mais, e sempre leve com você dentro da bolsa ou da carteira.

Quando for você mesmo a criar seu cartão existem algumas dicas a seguir:
  • Evite colocar símbolos das profissões no cartão, tais como balanças para advogados.
  • Cartões com a ponta dobrada não se usa mais.
  • Cartões profissionais não devem conter o slogan da empresa, somente o logotipo.
  • Em alguns casos, o telefone celular não deve ser mencionado, a não ser que sua profissão o mantenha longe de um telefone fixo por muito tempo. Caso contrário, prefira anotá-lo à caneta no verso.
Lembre-se: A primeira impressão, é realmente a que fica. Tenha sempre com você um cartão de visitas.


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100 coisas para fazer antes dos 40



Já vi muita gente programando a vida. Eu mesma sempre fui uma pessoa que sempre vivi com os pés no chão, até demais. Mas agora, mas madura, melhor dizer assim, resolvi não estipular regras e sim metas para minha vida. Todo mundo em uma fase na vida começa a repensar no fez que, no que faz, e no que ainda vem pela frente a se fazer. Eu sempre só pensei no que ainda não tinha acontecido, atropelando, muitas vezes os meus eventos atuais.

Então decidi organizar minha vida em tópicos. Isso mesmo, tópicos, objetivos, desejos e inutilidades (até porque nem só de ralação vive o ser humano). Hoje, com 33 anos, tenho planos para o futuro, e quem não os tem, por isso resolvi me organizar sem me cobrar. E como seria isso? Fácil! Ter uma lista, em ordem aleatória de acontecimentos, dividida por lado profissional, pessoal e lazer ou sonhos. Assim, não preciso me "cobrar" e só deixar acontecer.

Uma amiga minha fez isso, só que em uma tabela do Excel, onde se organizou para os seus 30 anos de idade, e eu vou pegando carona na ideia até os meus 40, ou seja, tenho sete anos pela frente para realizar, ou pelo menos tentar, concretizar alguns desses pequenos desejos, mais que pessoais. Esse ideia dela surgiu após conhecer o projeto: 101 coisas para se fazer em 1001, e eu fui logo fazendo uma pequena adaptação na minha lista de acordo com a minha vida.

O projeto é criar uma lista de 101 coisas que você quer fazer em 1001 dias. Eu, particularmente, optei por uma lista mais pessoal, fazer 100 coisas até o meu aniversário de 40 anos, em abril de 2016. Para calcular quanto tempo eu terei para cumprir, ou não, essas metas usei uma calculadora disponível aqui. Como eu nasci em 30 de abril de 1976, às 6h15, usei esse mesmo horário para finalizar meu projeto, que começou hoje (dia 01/11 a meia noite), até abril de 2016. E eis meu resultado:

Início do meu projeto pessoal: Domingo, 1 de Novembro de 2009, 00:00:00.
Até (esse dia não contabiliza): Sábado, 30 de Abril de 2016, 06:15:00 (40 anos completos).

Meu projeto terá a duração de 2372 dias, 6 horas, 15 minutos e 0 segundos. Ou então: 6 anos, 5 meses, 29 dias, 6 horas e 15 minutos. A calculadora ainda vai mais longe na conta: 204,963,300 segundos, 3,416,055 minutos, 56,934 horas e 338 semanas.

Então vamos a lista...

Profissional:

01- Me graduar no máximo em julho de 2011.
02- Fazer pós-graduação em Comunicação Empresarial.
03- Trabalhar realmente em algo que eu ame, e que me gere, também, rendimentos financeiros (preciso de um emprego urgente, mas trabalhar só por dinheiro não rola).
04- Fazer uma segunda graduação em Publicidade.
05- Fazer um curso de roteiro para cinema e tv.
06- Aprender de vez os mistérios do Photoshop e toda cria Adobe.
07- Fazer um curso de web design.
08- Aprender a mexer com CSS, XML e PHP.
09- Fazer um MBA em mídias sociais e Internet.
10- Fazer um curso completo de redação interpretativa e jornalística.
11- Terminar de escrever meu livro.
12- Lançar meu livro.
13- Trabalhar em São Paulo.

Pessoais:

14- Consegui saldar minhas dívidas e ter novamente meu nome limpo.
15- Comprar um notebook.
16- Tirar minha habilitação (tenho que deixar de ser preguiçosa, sei dirigir, mas durmo nas aulas – obrigatórias – da autoescola).
17- Comprar um carro.
18- Depois de formada me mudar para São Paulo (mas só se conseguir um emprego lá).
19- Comprar dois celulares novos, sendo um deles com duo chip.
20- Conseguir juntar um dinheiro para fazer aplicação e enfim poder comprar uma casa só para mim.
21- Terminar o curso de inglês.
22- Entrar em um curso de japonês.
23- Entrar em um curso de alemão.
24- Acabar com a preguiça e formatar o pc sem precisar de ajuda de terceiros.
25- Conseguir entrar em uma calça tamanho 44.
26- Ter um emprego que me permita o luxo de ir semanalmente ao cabeleireiro (meu único vício de vaidade).
27- Comprar um televisor HD.

Frescuras:

28- Fazer limpeza de pele pelo menos três vezes no ano.
29- Parar de roer unha e voltar a tê-las grandes e pintadas de vermelho.
30- Conseguir dinheiro não para ir a um dentista, mas para ir “aquele” dentista. Fazer um tratamento estético dentário que deixe meus dentes como sempre sonhei.
31- Fazer, pelo menos, mais 2 tatuagens.
32- Pode voltar a ir ao cinema todos os fins de semana.
33- Fazer massagem pelo menos uma vez por mês.

Saúde:

34- Emagrecer, não por estética, mas porque minha coluna já está pedindo socorro.
35- Parar de fumar.
36- Ir ao dentista de 6 em 6 meses. E ter dinheiro para isso.
37- Entrar para uma academia ou aula de dança, e ficar nela.
38- Entrar para uma aula de Yoga.

Lazer e viagens:

39- Viajar para o Japão.
40- Viajar para o Egito.
41- Viajar para a Inglaterra.
42- Viajar para os Estados Unidos.
43- Viajar para Machu Pichu.
44- Ir ao Festival de Gramado.
45- Assistir pelo menos 200 filmes novos.
46- Conhecer uma vinícola, de preferência em Portugal.
47- Ler pelo menos 150 livros novos.
48- Voltar a assistir peças teatrais.

Sonhos pessoais:

49- Ter um filho.
50- Poder ter vários cachorros em casa.
51- Poder ter um gato em casa.
52- Conseguir fazer alguém realmente feliz.

Vida online:

53- Comprar meus domínios. Para os três blogs. (Primeira meta alcançada!)
54- Conseguir aprender sobre monetização de blogs e entender de vez o que é SEO e aplicá-lo.
55- Ter uma carreira online.
56- Meus blogs serem reconhecidos (não famosos, mas sim reconhecimento do meu trabalho).
57- Participar pelo menos de uma edição do Campus Party.
58- Conhecer novas redes sociais e entendê-las.
59- Manter os velhos e conhecer novos amigos.
60- Criar uma newsletter decente.
61- Conseguir uma rede 3G para o notebook que ainda irei comprar.
62- Comprar um novo computador para casa.
63- Conseguir tempo para atualizar meus três blogs pelo menos 1 vez por semana.

Futilidades:

64- Aprender a jogar boliche.
65- Tirar um dia inteiro e brincar de alguma brincadeira de quando eu era criança, só para relaxar a mente.
66- Comprar um Yorkshire - fêmea - e enchê-la de laçinhos e frescuras (meu sonho de cachorro!).
67- Mandar uma carta para alguém. Carta mesmo, de papel. Fazem séculos que não faço isso.
68- Perder o medo de altura saltando de paraquedas.
69- Sentar na grama da Quinta da Boa Vista num dia de domingo qualquer, olhar para o céu e esquece da vida por algumas horas.
70- Ficar um dia inteiro (ou uma noite) com um grupo de amigos de infância relembrando os bons tempos da infância e adolescência.
71- Comprar The Sims 3, mas para isso primeiro tenho que turbinar o pc com uma nova placa de vídeo.
72- Ficar longe da civilização, sem computador, celular, ou tecnologia por 1 semana, só para descansar, pelo menos 1 vez por ano.
73- Fazer um curso de "barman" (ou seria "barwoman"?). Só para curtição e bebericar com os amigos em um fim de semana.
74- Dar um beijo debaixo da chuva e sentir "borboletinhas" no estômago, novamente (anos que não sinto isso).

Finanças:

75- Abrir uma poupança e depositar todo mês, pelo menos, 10% de toda renda que eu tiver no momento.
76- Não mexer na poupança se não houve extrema necessidade.
77- Conseguir um emprego fixo, dentro da minha área (Comunicação) e que me dê frutos o suficiente para começar a negociar minhas dívidas.
78- Negociar e quitar minhas dívidas.
79- Conseguir ajudar minha mãe com as despesas da casa.
80- Quebrar todos os cartões de créditos e só comprar algo quando realmente tiver necessidade, e dinheiro na mão.

Momento nerd:

81- Aprender linguagem tecnológica (de uma vez por todas) para poder criar meus sites sozinhas.
82- Aprender a usar o Linux.
83- Abrir uma conta no del.icio.us e aprender a usar, sem ficar com preguiça, novamente.
84- Reorganizar todos os sites, fóruns, grupos, redes sociais e verificar o que realmente serve ou não e sair deletando tudo que não se faz necessário na minha vida, tanto pessoal, quanto profissional.
85- Comprar um iPod.
86- Comprar um All-star verde de cano baixo e um preto de cano alto.
87- Tirar um dia só para visitar a maior quantidade de Museus e Bibliotecas que eu puder.
88- Comprar um Blu-ray player, e com isso o Box do Arquivo X, e começar a comprar as temporadas de Fringe.
89- Fazer amor numa virada de ano.

Coisas especiais:

90- Preparar minha big festa de 40 anos.
91- Ter uma carreira de sucesso.
92- Ter um companheiro que entenda e aceita a minha carreira... E o meu sucesso.
93- Viver um grande amor.
94- Fazer algo completamente maluco por amor.
95- Receber uma demonstração maluca por amor.
96- Lembrar de dizer aos meus pais o quanto eu os amo todos os dias. Afinal até os meus 40 anos, não sei se eles estarão comigo ainda para comemorar.
97- Dizer "obrigada" sempre, para tudo. E lembrar que "por favor" e "com licença" nunca sairá de moda. Ensinar isso para meus futuros filhos.
98- Estar viva.
99- Estar feliz.
100- Preparar uma nova lista rumo aos 50 anos.

Pode até ser utopia. Posso até não completar nem a metade dessa lista. Mas tá valendo. E você? Quais são suas metas? Você realmente pensa em seu futuro ou só vai deixando as coisas acontecendo ou caindo do céu?



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Engatinhando em um mundo desconhecido



É engraçado que eu esteja escrevendo aqui no PJ sobre monetização, domínios próprios, Ad-Sense, SEO e outras coisas do gênero. Mas como falei no post anterior, estou tentando aprender como mexer em tudo isso. Afinal, o PJ se tornou meu cartão postal profissional, e não queremos que nossa cara fique "feia" perante aqueles que poderão, futuramente, estar ao nosso lado como parceiros de trabalho ou na carreira, não é?

Assim como o Antenor, lá no Mural do Antena, disse uma vez, não me lembro em que blog, que o Mural tomou proporções que ele nunca imaginou, o PJ está indo pelo mesmo caminho. Estou me adaptando, aprendendo, estudando, engolindo todo o conteúdo que vejo em sites e blogs sobre o assunto. E nessa roda-gigante, tentando peneirar o que é bom e ruim. Confesso que sou uma bebezinha, aprendendo a engatinhar nesse novo mundo 2.0, por isso peço a todos que entram aqui no PJ, paciência comigo.

Nas últimas 48 horas só fiz ficar em frente o pc fazendo todo tipo de pesquisa (nacional e internacional) sobre os temas. Além dos blogs já conhecidos (que estão me ajudando e muito), da Juliana Sardinha – o Dicas Blogger, do Marcos Lemos (o @hordones) lá do Ferramentas Blog, da ArianeTemplates para Novo Blogger, do Compulsivo – do Usuário Compulsivo, tenho feito ótimas descobertas pela rede.

Encontrei nas minhas loucas navegações o blog do Bianco Garniz – do blog Como Fazer Web, que tem me ajudo e muito na parte de entender os afiliados e como trabalhar com eles. É complicado, eu sei, mas um dia chego lá, com calma e tranquilidade. Além dele, o bom e velho iceBreaker, com suas dicas fabulosas para o Blogger, tem me salvado e muito nessas minhas tentativas e erros. É até para rir eu ter começado tudo isso logo no dia de Halloween né? Foi divertido, engraçado... E está sendo muito bom o aprendizado.

Alguns textos super interessantes me ajudaram a começar a trilhar esse novo caminho. Deixo aqui um pouco das coisas que estou aprendendo. Afinal compartilhar algo é uma coisa fenomenal, assim como eu, devem existir muitas pessoas que estão por aí com os mesmos medos e ideias loucas. Abaixo segue uma lista de textos que li e que me ajudaram muito. Espero que ajude a todos que tem as mesma dúvidas que eu:
Durante algum tempo os meus três blogs - PJ, Feminina Plural e TeleVisão – devem apresentar algumas loucuras na páginas. Teste insanos, coisas sumindo do lugar, peço novamente: tenham paciência comigo. Estou começando, e todo começo é complicado, dolorido, mas sei que no final tudo será recompensador, tanto para mim, quanto para, os como sempre falei para os amigos, poucos, mais fiéis leitores.

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